divagações
Aos possíveis leitores dessa espelunca: o texto abaixo foi uma ideia tirada de um sonho que tive. Como eu o escrevi na pressa, com medo de esquecer, esse texto só deve fazer sentido pra mim e olhe lá!
Enfim, ignorem-o.
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Não se sabe por que, mas os humanos vivem duas vidas. Eles não sabem disso, claro, nem intercambiam lembranças de suas outras vidas. Enfim, funciona assim: quando alguém morre pela primeira vez, após um tempo esta pessoa volta a nascer, em um corpo diferente, mas frequentemente com características físicas e psicológicas bastante similares às da "primeira vida".
O intervalo entre a morte da primeira vida e o nascimento da segunda geralmente é constante, de algumas dezenas de anos. Por causa desse fato singular, proporcionado pelos perversos desígnios do universo, é improvável, mas possível, que famílias inteiras voltem a se reunir ocasionalmente em sua segunda e última passagem pela terra. Para que isto ocorra, basta que as pessoas morram em intervalos coerentes, para que, novamente, um possa ser pai de outro, e outro possa ser filho de um, e que o pervertido designador escolha que toda a família renasça no mesmo lugar.
Foi assim que aconteceu com Ele e sua família e boa parte dos amigos; com um adicional perturbador: Ele soube que estava em sua segunda vida.
Enfim, ignorem-o.
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Não se sabe por que, mas os humanos vivem duas vidas. Eles não sabem disso, claro, nem intercambiam lembranças de suas outras vidas. Enfim, funciona assim: quando alguém morre pela primeira vez, após um tempo esta pessoa volta a nascer, em um corpo diferente, mas frequentemente com características físicas e psicológicas bastante similares às da "primeira vida".
O intervalo entre a morte da primeira vida e o nascimento da segunda geralmente é constante, de algumas dezenas de anos. Por causa desse fato singular, proporcionado pelos perversos desígnios do universo, é improvável, mas possível, que famílias inteiras voltem a se reunir ocasionalmente em sua segunda e última passagem pela terra. Para que isto ocorra, basta que as pessoas morram em intervalos coerentes, para que, novamente, um possa ser pai de outro, e outro possa ser filho de um, e que o pervertido designador escolha que toda a família renasça no mesmo lugar.
Foi assim que aconteceu com Ele e sua família e boa parte dos amigos; com um adicional perturbador: Ele soube que estava em sua segunda vida.


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